• Nossa Empresa

    ENTRE EM CONTATO CONOSCO E VENHA FAZER UMA PARCERIA DE SUCESSO!

    A ASSOCIT é uma entidade que trabalha pelos interesses da classe contábil.

    Estamos com nossa sede estabelecida no município de Itararé SP e representamos os contabilistas de nossa cidade e de toda a região.

    Sabemos que a união de uma classe é o que faz esses profissionais se tornarem mais valorizados e respeitados, fazendo assim um setor mais forte.

    Temos consciência de nosso papel diante de nossos associados por isso estamos sempre atentos no intuito de trabalhar para isso, trazendo cursos, palestras, seminários, etc. Sempre com a intenção de fazer o melhor, propor o melhor e de forma democratica debater, com você contabilista, com você associado que é a razão da ASSOCIT.

    Contabilistas venham ajudar a fazer de nossa ASSOCIT uma Entidade mais forte.

  • Nossos Serviços

    PRESTAMOS SERVIÇOS DE QUALIDADE E PROFISSIONAIS PRONTOS PARA ATENDÊ-LO!

    Assessoria
    Auxílio técnico dentro de nossa área de conhecimentos especializados, principalmente em questões contábeis, fiscais (pessoa física e jurídica), para atendimento das necessidades da administração da empresa e cumprimento das normas legais.

    Consultoria
    Estudo, opinião e instruções técnicas acerca de assuntos de nossa especialidade, principalmente em procedimentos contábeis, comerciais e fiscais (pessoa física e jurídica), reabertura e gestão de negócios, administração de pessoal e questões trabalhistas, atividades específicas (rurais, condomínios, empregos domésticos, aluguéis, etc.), pessoa física (declaração de imposto de renda, ganho de capital, cálculos diversos, etc.).

  • Entre em Contato

    VENHA NOS FAZER UMA VISITA. TEREMOS O PRAZER EM ATENDÊ-LO!

    Associt
    Rua: Frei Caneca, 1835
    Bairro: Centro
    Cep: 18400-000 | Cidade: Itararé/SP

    Fone: (15) 3532-5056

    eMail: associt@associt.com.br

    Ver mapa maior
  • Histórico:


    Foi exatamente há 30 anos, que um grupo de Profissionais da Área Contábil, todos residentes e domiciliados na pequena cidade interiorana do Estado de São Paulo denominada de ITARARÉ localizada a cerca de aproximadamente 400 Km de distância da Capital Paulista, fazendo divisa com o Estado do Paraná, conhecida na Região Sudeste do Estado como a Capital do Feijão, contando com aproximadamente 50.000 habitantes, que esse grupo, através da sua União, resolveu, no dia 12 de Dezembro de 1979, Fundar a ASSOCIT – Associação Profissional dos Contabilistas de Itararé e Região, Entidade Representativa da Classe Contábil.
    Os então, Sócio-Fundadores da nossa ASSOCIT são os seguintes Contabilistas:

    Sr. Alceu Antunes da Rosa, Sr. Alcipes Maria da Cruz, Sr. Andrews de Oliveira ((In Memorian)), Sr. Antonio Félix Rodrigues, Sr. Antonio Fernandes, Sr. Jorge Antunes da Rosa, Sr. Luiz Carlos de Oliveira ((In Memorian)), Sr. Luiz Gonzaga Martins, Sr. Milton Rubens Komnicki, Sr. Nivaldo Lourenço Lopes, Sr. Solon Martins Netto.

    A ASSOCIT abrange atualmente 05 Cidades da nossa Região, sendo elas: Itararé, Riversul, Itaporanga, Barão de Antonina e Itaberá. Conta com um Quadro de Associados de aproximadamente 30 membros. Sua atual Diretoria Executiva é composta por 06 membros, sendo eles, os senhores:

    Diretor Presidente: Sr Milton Luis Komnicki;
    Diretor Vice-Presidente: Sr Antonio Fernandes;
    1º Diretor da Secretaria: Sr Reinaldo Zambianco;
    2º Diretor da Secretaria:Nivaldo Lourenço Lopes;
    1º Diretor da Tesouraria: Sr Claudemir Pereira;
    2º Diretor da Tesouraria: Sr. Rodrigo Leme Dias de Souza.
    Diretor de Oradoria e Comunicações: Maristela Fabbri de Oliveira

    A Diretoria do Conselho Fiscal é composta por 03 membros e 03 suplentes, sendo eles, os senhores:
    Conselheiros:
    Sr Jorge Antunes da Rosa; Sr Luiz Gonzaga Martins e Sr Osvaldo Rodrigues, e, os Suplentes:
    Sr Juari Isaias da Rosa, Sr Everaldo Della Costa e Sr Milton Henrique dos Santos.

    A Diretoria da Comissão de Ética é composta por 05 membros, sendo eles, os senhores:

    Sr Nivaldo Lourenço Lopes – Presidente, Sr Milton Henrique dos Santos – Vice-Presidente, Sr Amilton Santos Claudino, Sr Milton Luis Komnicki, Sr Osvaldo Rodrigues.
    A ASSOCIT vem desenvolvendo desde 2003, com recursos próprios uma série de Cursos denominados de “Auxiliar de Escritório”, com Carga Horária de 12 horas, sempre aos Sábados, nos horários das 09:00 ás 12:00 horas, visando assim capacitar e lançar ao mercado de trabalho Municipal, Estadual e até mesmo Nacional, os jovens de nossa cidade e região.
    A atual Diretoria Executiva, e em especial pelo seu Diretor-Presidente da Entidade, agradecem á todos os seus Associados de Itararé e Região e á todos os demais Colaboradores que de certa forma vêm contribuindo para o desenvolvimento e crescimento da nossa ASSOCIT.

    Itararé(SP), Fevereiro/2004.

    Veja aqui nosso Estatuto Social

  • Diretoria:


    Diretor Presidente: Sr. Milton Luis Komnicki
    Diretor Vice-Presidente: Sr. Antonio Fernandes
    1º Diretor da Secretaria: Sr. Reinaldo Zambianco
    2º Diretor da Secretaria: Sr. Nivaldo Lourenço Lopes
    1º Diretor da Tesouraria: Sr. Claudemir Pereira
    2º Diretor da Tesouraria: Sr. Rodrigo Leme Dias de Souza
    Diretor de Oradoria e Comunicações: Sra. Maristela Fabbri de Oliveira

  • Conheça nossa sede:




  • Honorários:


    TABELA MÍNIMA DE HONORÁRIOS PROFISSIONAIS

    Entidade Representativa da Classe dos Contabilistas
    Em vigor à partir de “01/01/2012” expressa em reais

    1 – ESCRITA FISCAL MÍNIMA
    Microempresas: Sem Empregados 366,00
    Com até 04 Empregados 496,00
    Açougues s/empregados 520,00

    2 – ESCRITA FISCAL PEQUENA
    Sem Empregados 730,00
    Com até 04 Empregados 880,00

    3 – ESCRITA FISCAL MÉDIA
    Sem Empregados 1.144,00
    Com até 04 Empregados 1.417,00

    4 – ESCRITA C/EMPR ACRÉSCIMOS
    05 á 09 Empregados (+) 151,00
    10 á 19 Empregados (+) 304,00
    Acima á combinar mínimo p/funcionário 28,00

    5 – SERVIÇOS EXTRAS
    1 – Abertura e Transferências Firmas

    Individual 719,00
    Sociedade 955,00
    Cetesb/Ibama 1.771,00

    2 – Alterações em Geral/Firmas
    Individual 563,00
    Sociedade 749,00

    (+ Taxas, Outras Despesas e Viagens) 3 – Cancelamento de Firmas
    03 Honorários Mínimos, ou seja, 1.094,00

    4 – Encerramento do Exercício
    Igual ao Honorário de Novembro

    6 – HONORÁRIOS PARA CONTÁBEIS
    Valor Homem Hora S/M.V. Sal. Mínimo 30%
    Contrato Locação S/Aluguel 20%
    Carta Comercial 60,00
    Recibo 60,00
    Guia de ICMS avulsa 36,00
    Carnê Leão – IRRF 36,00
    Preenchimento Carnê INSS Folha 13,00
    Inscrição Prefeitura/Carnê INSS 152,00
    Inscrição Produtor Rural 152,00
    Recadastramento Produtor Rural 152,00
    Registro Livro Empregador Rural Aut 60,00
    Requisição Talonário Produtor 60,00
    SEFIP / GFIP Avulsa 36,00

    FOLHA DE PAGTO ATÉ 02 FUNCS
    P/Produtor Rural, Autônomo, Empregador Doméstico:
    Com Recolhimento do FGTS 225,00
    Sem Recolhimento do FGTS 114,00
    Rescisão 60,00
    Homologação 60,00

    CONSTRUÇÕES DE IMÓVEIS
    INSS Construção 367,00
    Quitação INSS Construção 650,00

    DIRPF - CONFORME TABELA:
    ULTIMA EM VIGOR P/EX 2011/2010
    FORMULÁRIO:
    Simplificada 114,00
    Completa 225,00
    Anexo cada 50,00
    C.Monet. p/Grupo de 10 Bens 50,00

    CUSTOS MATERIAIS EXPEDIENTE
    Impressos Materiais Expediente 42,00
    (+) para cada funcionário 7,00

    ESPECIAL PARA ASSOCIAÇÕES:
    Associações Simplesmente Moradores Bº ½ ME
    Assoc Agricult c/Inscr Est s/Empregados 03 ME

  • Localização:


    Estamos localizados no centro do município de Rua São Pedro, 1053 - Centro, ITARARÉ/SP - CEP 18.460-000

    Com a população de aproximadamente 50 mil habitantes, Itararé está localizada há 352 Km da capital de São Paulo e numa altitude de 740 metros do nível do mar.

    O acesso ao nosso município partindo da capital de São Paulo se faz pela SP 280, rodovia Castello Branco até o trevo que dá acesso ao município de Tatuí, segue-se por essa rodovia até o município de Capão Bonito, SP 127, onde terá início a SP 258, rodovia Francisco Alves Negrão, rodovia que dará acesso ao nosso município.

  • Estatuto:


    ESTATUTO DA ASSOCIT
    CAPÍTULO I
    CONSTITUIÇÃO, FINALIDADES, SEDE e FORO


    Artigo 1º - Fundada em 12 de Dezembro de 1979, sob a denominação social de ASSOCIT – Associação Profissional dos Contabilistas de Itararé e Região, Entidade Representativa da Classe Contábil, inscrita no CNPJ sob nº 50.788.876/0001-12, conforme registro nº 1.226 do Protocolo A-1, registrado sob nº 36, no Livro nº A-1 R.P.J., em data de 05/09/1980, no Cartório de Registro Civil das Pessoas Jurídicas da Comarca de Itararé-SP, portanto, com personalidade jurídica, sem objetivos econômicos, com duração indeterminada e com Sede e Foro na cidade de Itararé – Estado de São Paulo, à Rua Prudente de Moraes, 1131/Centro/Mercado Municipal, Box-22, CEP-18.460-000 abrangendo as cidades de: Itararé-SP, Itaporanga-SP, Riversul-SP, Barão de Antonina-SP e Itaberá-SP, e, constituída para fins de: Defesa de interesses Difusos e/ou Coletivos, Estudos, Coordenação e Proteção, com o intuito da Colaboração com os Poderes Públicos e as demais Associações, no sentido da Solidariedade Social e da sua subordinação aos interesses sociais, regendo-se por estes Estatutos, por Regimentos Internos, Instruções e Portarias inerentes.

    Artigo 2º - São Prerrogativas da Associação:
    A - Representar perante as autoridades administrativas e judiciárias os interesses individuais dos associados, relativamente à categoria profissional representada pela Associação;
    B - Fundar e manter Agências de colocação;
    C - Colaborar com o Estado, como órgão técnico e consultivo no estudo e solução dos problemas que se relacionam com a sua categoria profissional.

    Artigo 3º - São deveres da Associação:
    A - Colaborar com os Poderes Públicos no desenvolvimento da solidariedade das classes;
    B - Promover a fundação de Cooperativas de Consumo e de Crédito;
    C - Manter serviços de assistência judiciária para os associados, visando a proteção da categoria profissional;
    D - Fundar e manter Escolas, Cursos, especialmente de Ensino Técnico Profissional;
    E - Promover Palestras, Congressos, etc., especialmente da Área Contábil.

    Artigo 4º - São condições para o funcionamento da Associação:
    A - Observância rigorosa da Lei e dos princípios da moral e compreensão dos deveres cívicos;
    B - Abstenção de qualquer propaganda não somente de doutrinas, incompatíveis com as instituições e os interesses nacionais, mas, também, da candidatura para cargos eletivos estranhos a Associação;
    C - Inexistência dos exercícios de cargos eletivos cumulativamente com a de emprego remunerado pela Associação.

    CAPÍTULO II
    DOS DIREITOS, DA ADMISSÃO/EXCLUSÃO E DOS DEVERES DOS ASSOCIADOS


    Artigo 5º - Á todos aqueles que participam da categoria representativa, do grupo profissional, assiste o direito de ser admitido na Associação, mediante proposta impressa, fornecida pela Secretaria da Entidade, assinada pelo(a) interessado(a).

    Artigo 6º - São Direitos dos Associados:
    A - Participar, votar e ser votado nas Assembléias Gerais, na conformidade com o Artigo 14.
    B - Requerer em número de associados não inferior a 20% a convocação da Assembléia Geral Extraordinária, justificando-a;
    C - Gozar dos serviços da Associação;
    § 1º - Os direitos dos associados são pessoais e intransferíveis;
    § 2º - Perderá seus direitos o associado que, por qualquer motivo, deixar de exercer a Profissão, exceto nos casos de Aposentadoria, Invalidez, falta de trabalho ou prestação de serviço militar obrigatório, ficando nestes 02 (dois) últimos casos enquanto ocorrerem, isentos do pagamento das contribuições e privado do exercício de cargo na administração.

    Artigo 7º - São Deveres dos Associados:
    A - Pagar pontualmente a mensalidade estipulada pela Assembléia Geral;
    B - Comparecer às Assembléias Gerais e acatar as suas deliberações;
    C - Prestigiar a Associação por todos os meios ao seu alcance e propagar o espírito associativo entre os elementos da categoria profissional;
    D - Respeitar em tudo, a Lei, e acatar as autoridades constitucionais;
    E - Cumprir o presente Estatuto e os regulamentos que forem criados.

    Artigo 8º - Os associados estão sujeitos às Penalidades de Suspensão e Eliminação do Quadro Social.
    § 1º - Serão Suspensos os Direitos dos Associados:
    A - Que não comparecerem a 03 (três) Assembléias Gerais consecutivas sem causa justificada; B - Que desacatarem a Assembléia Geral ou a Diretoria.
    § 2º - Serão Excluídos do Quadro Social:
    A – Aqueles que por má conduta profissional, espírito de discórdia, ou falta cometida contra o patrimônio moral ou material da Associação, se constituírem nocivos à Entidade.
    B - Aqueles que sem motivo justificado atrasarem 03 (três) meses consecutivos ou 05 (cinco) meses alternados o pagamento das suas contribuições.
    § 3º - As penalidades serão impostas pela Diretoria ou Assembléia Geral.
    § 4º - A aplicação das Penalidades, sob pena de nulidade, deverá preceder a audiência do associado, o qual poderá aduzir por escrito a sua defesa;
    § 5º - Da penalidade imposta caberá recurso para Assembléia Geral.

    Artigo 9º - Os associados que tenham sido Eliminados do Quadro Social poderão ingressar na Associação, desde que se reabilitem a julgo da Assembléia Geral ou que liquidem seus débitos, quando se tratar de atraso de pagamento.
    Parágrafo Único – Os associados que tenham sido readmitidos na forma deste Artigo, receberão novo número de matrícula, sem prejuízo da contagem de tempo como associado.

    CAPÍTULO III
    DAS ELEIÇÕES


    Artigo 10 – As condições para votar e ser votado, o processo eleitoral das votações, obedecerão as normas gerais para a Associação, atendida sempre a exigência do escrutínio secreto, sendo considerados eleitos os que alcançarem a maioria dos votos.

    CAPÍTULO IV
    DAS ASSEMBLÉIAS GERAIS E DA ADMINISTRAÇÃO


    Artigo 11 – As Assembléias Gerais são soberanas nas resoluções não contrárias as Leis vigentes e a este Estatuto, suas deliberações serão tomadas por maioria de votos dos associados presentes, salvo as exceções contidas no presente Estatuto.
    § 1º - As convocações de Assembléias Gerais Extraordinárias serão feitas por Edital publicado no(s) Jornal(is) da cidade sede da Entidade, com antecedência mínima de 15 (quinze) dias, no qual conste o Local, Data e Horário da 1ª como da 2ª convocação (se esta for necessária), a Finalidade, sendo também o Edital fixado nas principais dependências da Entidade.
    § 2º - O “quorum” mínimo para a instalação da Assembléia Geral convocada para Destituir Administradores e/ou Alteração dos Estatutos Sociais da Entidade, será de 2/3 (dois terços) do número de associados, em 1ª Convocação ou de 1/3 (hum terço) em 2ª Convocação, uma hora após a 1ª, caso contrário a Assembléia deverá ser adiada.

    Artigo 12 – Realizar-se-ão Assembléias Gerais Extraordinárias:
    A - Quando o Presidente da Diretoria ou a maioria da Diretoria julgar conveniente;
    B – A requerimento de 1/5 (hum quinto) dos Associados em pleno uso e gozo de seus direitos sociais.

    Artigo 13 – Á convocação da Assembléia Geral Extraordinária, quando feita pela maioria da Diretoria, ou pelos Associados, não poderá opor-se o Presidente da Associação, que terá de promover sua realização dentro de 10 (deis) dias, contados da entrega do requerimento na Sede Social da entidade.
    Parágrafo Único – Na falta da convocação pelo Presidente da Diretoria, expirado o prazo marcado neste Artigo, farão aqueles que deliberaram realizar.

    Artigo 14 – As Assembléias Gerais Extraordinárias, só poderão tratar dos assuntos para os quais foram convocadas.

    CAPÍTULO V
    DO CONSELHO FISCAL
    TÍTULO I – CONSTITUIÇÃO


    Artigo 15 – O Conselho Fiscal é constituído de 03 (Três) Membros efetivos e de igual número de suplentes pertencentes ao Quadro Social, eleitos e empossados pela Assembléia Geral. O Conselho Fiscal terá mandato de 24 (vinte e quatro) meses, com poderes para acompanhar e fiscalizar a gestão econômico-financeira da Associação.

    Artigo 16 – São atribuições específicas e privativas do Conselho Fiscal:
    A - Reunir-se e examinar mensalmente os livros contábeis, os documentos comprobatórios da receita e despesa, os balancetes e seus respectivos comprovantes, rubricando e aprovando-os ou não, mediante deliberação fundamentada e assinada;
    B - Comunicar a Assembléia Geral, para os devidos fins, erros, fraudes, abusos ou violações dos Estatutos encontrados no exercício de seu mandato, sugerindo as medidas a serem tomadas para corrigi-los, ou reprimi-los;
    C - Apresentar à Assembléia Geral, semestralmente, parecer pormenorizado sobre o movimento econômico-financeiro da Associação;
    D - Exigir a organização de pastas especiais onde deverão ser arquivados os documentos relativos ao Conselho Fiscal, bem assim as cópias de seus pareceres e exames;
    E - Prestar informações de sua competência no prazo de 30 (trinta) dias, quando solicitado pela Assembléia Geral ou pela Diretoria;
    F - Solicitar a convocação da Assembléia Geral quando ocorrer motivo grave e urgente, na área da sociedade da Associação;
    G - Eleger seu Presidente;
    H - Exarar parecer sobre operações financeiras que a Diretoria pretender efetivar, bem assim sobre a emissão de títulos, quaisquer transações de imóveis e móveis e outros valores pertinentes à Associação;
    I - Reunir-se ordinária e obrigatoriamente todo trimestre por convocação de seu Presidente ou da Diretoria e extraordinariamente todas as vezes que for convocado por órgãos revestidos de direito de convocação.

    CAPÍTULO VI
    DA ADMINISTRAÇÃO


    Artigo 17 – A Associação será administrada por uma Diretoria composta de 07 (sete) membros, eleitos pela Assembléia Geral, para os cargos de: Presidente, Vice-Presidente, 1º Secretário, 2º Secretário, 1º Tesoureiro, 2º Tesoureiro, Orador, e respectivos suplentes.

    Artigo 18 – Compete ao Presidente:
    A - Representar a Associação, Ativa e Passivamente, perante á administração pública, judicial e extrajudicialmente, podendo na ultima hipótese delegar poderes;
    B - Convocar á(s) Reunião(es) da Diretoria, bimestralmente e da Assembléia Geral, semestralmente, presidindo e instalando esta ultima;
    C - Assinar as Atas das sessões, o orçamento anual e todos os papéis que dependem de sua assinatura, bem como rubricar os Livros da Secretaria e da Tesouraria;
    D - Ordenar as despesas autorizadas e visar os cheques e contas á pagar de acordo com o Tesoureiro;
    E - Nomear funcionários e fixar seus vencimentos, consoante ás necessidades de serviços, com aprovação da Assembléia Geral.

    Artigo 19 – Compete ao Vice-Presidente: Substituir o Presidente em seus impedimentos;

    Artigo 20 – Compete ao 1º Secretário:
    A - Secretariar as Reuniões da Diretoria e/ou Assembléia(s) Geral(is) Ordinária(s) e/ou Extraordinária(s), redigir as Atas e assiná-las, organizar e orientar os serviços da Secretaria, bem como assinar com o Presidente da Diretoria, a correspondência da Associação;
    B - Redigir e expedir aviso(s), circular(es), boletim(s) externo(s) e interno(s), bem como aviso(s) de convocação(es) da(s) Reunião(es) de Diretoria e da(s) Assembléia(s) Geral(is) Ordinária(s) e/ou Extraordinária(s) ;
    C - Ter sob sua guarda e responsabilidade, livro(s), circular(es), boletim(s) interno(s) e externo(s), fichário(s) e o original dos Estatutos da Associação, transmitindo-os, mediante comprovante, aos seus sucessores;
    D - Organizar o registro de “recortes” de Jornal(is), sobre notícias da Associação, com a menção das datas e nomes dos órgãos que publicaram;
    E - Manter sob sua guarda e controle o arquivo de fichas dos associados e proposta de admissão e demissão dos mesmos.

    Artigo 21 – Compete ao 2º Secretário: Substituir o 1º Secretário em seus impedimentos;

    Artigo 22 – Compete ao 1º Tesoureiro:
    A - Ter sob sua guarda e responsabilidade os valores da Associação;
    B - Assinar com o Presidente da Diretoria ou o Vice-Presidente em exercício, os Cheques ou quaisquer documentos que importem em obrigações financeiras;
    C - Pagar débitos da Associação, depois de expressamente autorizados pelo Presidente da Diretoria;
    D - Manter escriturado e em dia o Livro Caixa, que será por ele apresentado à Assembléia Geral nas Reuniões;
    E - Ter sob a sua guarda e responsabilidade, documentos, valores, cheques, dinheiro e os Livros Contábeis e Livros Auxiliares;
    F - Apresentar á Assembléia Geral os Balancetes Semestrais e um Balanço anual;
    G - Depositar em Estabelecimento Bancário designado pela Diretoria e em nome da Associação, as importâncias arrecadadas, podendo ficar em Caixa, sob sua responsabilidade, a importância de até 01 (Hum) Salário Mínimo vigente no País;
    Parágrafo Único – O 1º Tesoureiro não poderá deixar o cargo, sem prévia prestação de contas, se o fizer, seu sucessor fará o levantamento dos valores existentes na Tesouraria, com a assistência do Presidente e o Vice-Presidente da Diretoria, lavrando-se o termo, o qual será dado a conhecer à Assembléia Geral na 1ª Reunião. Na hipótese de irregularidades ou deficiências porventura encontradas, estas serão denunciadas.

    Artigo 23 – Compete ao 2º Tesoureiro: Auxiliar o 1º Tesoureiro e substituí-lo nos casos de impedimento, licença e vaga.

    Artigo 24 – Compete ao Orador: Usar da palavra, em Oratória, em nome da Associação ou de seus Diretores, nas solenidades, festas, palestras, congressos e reuniões coletivas da Associação, quando necessária, em favor do bom nome e dos interesses da Entidade e de seus Associados.

    CAPÍTULO VII
    DO PATRIMÔNIO DA ASSOCIAÇÃO


    Artigo 25 – Constitui o Patrimônio da Associação:
    A - As contribuições dos Associados;
    B - As doações e legados;
    C - Os bens e valores adquiridos e as rendas pelos mesmos produzidos;
    D - Os aluguéis de imóveis e juros de títulos a depósitos.

    Artigo 26 – As despesas da Associação correrão pelas seguintes rubricas:
    A - Ensino Técnico Profissional;
    B - Agência de colocação;
    C - Despesas Gerais;
    D - Expediente;
    E - Representação;
    F - Despesas de conservação;
    G - Seguros Sociais (previdência);
    H - Impostos;
    I - Multas;
    J - Honorários e Comissões;
    K - Despesas Diversas;
    L - Assistência Social Judiciária e Diverso(s).

    Artigo 27 – A administração do Patrimônio da Associação constituído pela totalidade dos bens que a mesma possuir, compete à Diretoria.

    Artigo 28 – Os títulos de renda, bem como os bens imóveis só poderão ser alienados mediante permissão expressa da Assembléia Geral Extraordinária, em escrutínio secreto.

    Artigo 29 – No caso de dissolução, por se achar a Associação incursa nas Leis que definem crime contra a personalidade internacional, a estrutura e a segurança do Estado e a ordem política social, seus bens, pagas as dividas decorrentes das suas responsabilidades, serão incorporados no patrimônio de organização de assistência social a critério do órgão que decretar a referida dissolução.

    Artigo 30 - No caso de dissolução da Associação, que só se dará por deliberação expressa da Assembléia Geral, especialmente para esse fim convocada, e com a presença de ¾ dos associados quites, o seu patrimônio terá o destino que a mesma Assembléia determinar.

    CAPÍTULO VIII
    DISPOSIÇÕES GERAIS


    Artigo 31 – Dentro da base, territorial, a Associação, quando julgar oportuno, instituirá delegacia ou sessões para melhor proteção dos seus associados.

    Artigo 32 - O presente Estatuto poderá ser reformado desde que a prática indicar essa necessidade, devendo essa reforma, ser feita por uma Assembléia Geral Extraordinária, convocada especialmente para esse fim, observadas às disposições contidas no Artigo 11, § 1º e § 2º do presente Estatuto.

    Artigo 33 – O mandato da(s) Diretoria(s) eleita(s) terá(ão) a duração de 24 (vinte e quatro) meses, podendo os eleitos serem reconduzidos aos cargos após a realização de nova Assembléia Geral.
    Parágrafo Único – Os membros da Diretoria e os Associados não respondem subsidiariamente pelas obrigações Sociais.

    Artigo 34 – Este Estatuto entrará em vigor na data de sua aprovação, revogadas as disposições em contrário.

    CAPÍTULO IX DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS

    Artigo 35 – Enquanto não forem elaborados os Regimentos Internos, os Diretores deverão orientar o exercício de suas funções com base exclusiva nestes Estatutos.

    Artigo 36 – O original destes Estatutos, que servirá de base para a impressão, deverá ser rubricado pelo Presidente e Assessor Jurídico, devendo em seguida ser arquivado pela Diretoria, que ficará responsável por sua guarda e conservação.

    Artigo 37 – Estes Estatutos deverão ser impressos, pela Diretoria, a qual deverá promover de imediato o seu Registro no Cartório de Registro de Títulos e Documentos da Comarca de Itararé-SP, para fins de direito.

    Artigo 38 – Uma vez registrados os presentes Estatutos, a Diretoria deverá distribuir exemplares a cada um dos Diretores, fazendo-o ainda aos sócios, podendo, destes, cobrar módica contribuição.

    CAPÍTULO X
    DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
    TÍTULO ÚNICO


    Artigo 39 – Estes Estatutos foram discutidos e aprovados em Assembléia Geral Extraordinária, realizada em 26/11/2004, sendo imediatamente encaminhados ao Cartório de Registro de Títulos e Documentos da Comarca de Itararé-SP, para os devidos procedimentos legais.

    Artigo 40 – Os presentes Estatutos, só poderão ser reformulados parcial ou totalmente, pela Assembléia Geral Extraordinária, especialmente convocada.

    Artigo 41 – Os casos omissos serão supridos pela Diretoria “ad-referendum” da Assembléia Geral, se antes não o forem por este Órgão.

    Artigo 42 – Revogam-se as disposições em contrário.

    Itararé(SP), 26 de Novembro de 2004.

    Presidente da Diretoria
    MILTON LUIS KOMNICKI
    Dr. DIRCEU JOSÉ MENDES

  • CFC:


    RESOLUÇÃO Nº 987/2003

    Regulamenta a obrigatoriedade do Contrato de Prestação de Serviços Contábeis e dá outras providências.

    O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas funções legais e regimentais, CONSIDERANDO que o inciso XIV do Artigo 24 do Regulamento Geral dos Conselhos de Contabilidade de que trata a Resolução CFC nº 960/03 declara que constitui infração deixar de apresentar prova de contratação dos serviços profissionais, quando exigida pelo Conselho Regional de Contabilidade.

    CONSIDERANDO que os Artigos 6º e 7º do Código de Ética Profissional do Contabilista impõem a fixação do valor dos serviços contábeis por escrito;

    CONSIDERANDO as disposições constantes do Novo Código Civil sobre a relação contratual, no que tange à prestação de serviços contábeis e, especificamente, o disposto nos Artigos 1.177 e 1.178;

    CONSIDERANDO que a relação profissional da Contabilidade com os seus clientes, exige uma definição clara e objetiva dos direitos e deveres das partes contratantes;

    CONSIDERANDO que o contrato por escrito de prestação de serviços contábeis torna-se um instrumento necessário e indispensável ao exercício da fiscalização do exercício profissional contábil, para definição dos serviços contratados e das obrigações assumidas,

    RESOLVE:
    CAPÍTULO I – DO CONTRATO


    Artigo 1º - O Contabilista ou a Organização Contábil deverá manter contrato por escrito de prestação de serviços.
    Parágrafo Único – O Contrato escrito tem por finalidade comprovar os limites e a extensão da responsabilidade técnica, permitindo a segurança das partes e o regular desempenho das obrigações assumidas.

    Artigo 2º - O Contrato de Prestação de Serviços deverá conter, no mínimo, os seguintes dados:

    a) a identificação das partes contratantes;
    b) a relação dos serviços a serem prestados;
    c) duração do contrato;
    d) cláusula rescisória com a fixação de prazo para a assistência, após a denúncia do contrato;
    e) honorários profissionais;
    f) prazo para seu pagamento;
    g) responsabilidade das partes;
    h) foro para dirimir os conflitos.

    Artigo 3º - A oferta de serviços poderá ser feita mediante proposta aceita, poderá ser transformada, automaticamente, no contrato de prestação de serviços contábeis, desde que contenha os requisitos previstos no Artigo 2º desta Resolução.

    CAPÍTULO II – DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

    Artigo 5º - Às relações contratuais em vigor e que estejam em desacordo com a presente Resolução será dado tratamento especial, buscando-se preservar o bom relacionamento entre as partes contratantes.
    § 1º - As relações contratuais deverão ser formalizadas, refletindo a realidade fática preexistente entre as partes, no prazo de 02 (dois) anos, contados a partir da vigência desta Resolução.
    § 2º - Nos casos em que o vínculo contratual entre as partes for superior a 05 (cinco) anos, considerar-se-á suprida a formalização do contrato.
    § 3º - Para os fins do disposto nos parágrafos anteriores, o contabilista ou a organização contábil, quando da ação fiscalizadora, firmará Declaração com o propósito de provar o início da relação contratual, o valor dos honorários e os serviços contratados.

    Artigo 6º - A inobservância do disposto na presente Resolução constitui infração ao Artigo 24, inciso XIV, da Resolução CFC nº 960/03 (Regulamento Geral dos Conselhos de Contabilidade) e ao Artigo 6º do Código de Ética Profissional do Contabilista, sujeitando-se o infrator ás penalidades previstas no Artigo 25 da referida Resolução CFC nº 960/03, no Artigo 27, alínea “C”, do Decreto-Lei nº 9.295/46 e no Artigo 12 do CEPC (Resolução CFC nº 803-96).

    Artigo 7º - Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário.

    Brasília (DF), 11 de Dezembro de 2003.

    Contador Alcedino Gomes Barbosa
    Presidente

  • DECORE:


    DECORE
    É o documento contábil destinado a fazer prova de informações sobre percepção de rendimentos em favor de pessoas físicas. Instituída em conformidade com o Artigo 28 da Resolução CFC – Conselho Federal de Contabilidade nº 825/98.

    Como emitir a DECORE?
    Por meio de sistema eletrônico, devendo o emitente preservar as informações e as características do modelo constante do Anexo I da resolução CFC 872/2000.

    Em quantas vias deverá ser emitida?
    Em duas vias, destinando-se a primeira via ao beneficiário e a segunda via, ao arquivo do contabilista, para posterior apresentação em caso de fiscalização.

    De onde os dados deverão ser extraídos para emissão da DECORE?
    A Decore deverá estar fundamentada nos registros dos Livros: Diário, Caixa ou em documentos autênticos - Anexo II da Resolução CFC 872/2000.

    Emissão de DECORE sem base em documentação hábil e idônea e com valores divergentes ou incompatíveis

    O Contabilista responde a processos disciplinar (CRC), penal (crime de falsidade ideológica) e cível (ressarcimento por prejuízo causado a terceiros).

    A quem o contabilista deve emitir a DECORE?
    Ao cliente habitual do escritório ou do contabilista, mantendo copia xerográfica da documentação embasadora da emissão do documento (no caso de pessoa física não titular de empresa). Na escrituração fiscal no caso de sócio ou titular de empresa.OBS:- Contabilista, jamais forneça a “DECORE” a pessoa não portadora de documentação que comprove os valores que se pretende informar.

  • ANIVERSARIANTES DO MÊS:


    03 - Milton Luis Komnicki | CRC-SP 1SP184667/O-6
    22 - Amilton Santos Claudino | CRC-SP 1SP133568/O-5

  • Patrono da Contabilidade:


    São Mateus - Padroeiro dos Contabilistas

    São Mateus foi um contabilista. Atuava na área da Contabilidade Pública, pois era um rendeiro, isto é, um arrendatário de tributos. O exercício da sua profissão exigia rígidos controles, os quais se refletiam na formulação do documentário contábil, sua exibição e sua relevação. Escriturava e auditava. Era um publicano, e por isso não era bem visto pela sociedade, sendo considerado um pecador. Na verdade, ele gozava de má fama pelo fato de ser um cobrador e arrecadador de tributos. Chamava-se telônio o local onde se efetivava o pagamento dos tributos e onde também se trocava moeda estrangeira _ um misto de casa de câmbio e de pagamento dos tributos.

    Mateus nasceu em Cafarnaum. Não se conhece a data do seu nascimento. Seu pai, Alfeu, deu-lhe o nome de Levi. Sua cidade natal era cortada pelas principais estradas da Palestina, ponto de convergência e centro comercial da região. Jesus Cristo tinha especial simpatia por essa cidade, tendo nela pregado a sua doutrina. Na época, era uma província romana.

    Em sua peregrinação, Cristo passa diante do telônio de Levi, pára, e o chama: "Segue-me". Levi se levanta, acompanha o Mestre e abandona seus rendosos negócios. Troca de nome e de vida. Diz São Jerônimo que Levi, vendo Nosso Senhor, ficou atraído pelo brilho da divina majestade que fulgurava em seus olhos. Convertendo-se ao cristianismo, adotou o nome de Mateus, que significa "o dom de Deus". Mateus seria corruptela de Matias. Mateus foi um dos doze apóstolos de Cristo, e o primeiro dos quatro evangelistas. Antes de sua conversão era o mais rico e o mais inteligente de todos eles. Escreveu o relato das pregações de Cristo por volta dos anos 50 d.C na língua siro-chaldaico. O seu evangelho é considerado o mais completo, o mais lindo e escorreito.

    Mateus marcou a virada de sua vida com um banquete que ofereceu aos amigos. Nele compareceu Cristo, o que ensejou questionamentos e reverbérios por parte dos escribas e fariseus, classes atingidas pela nova pregação. Diziam "este Homem anda com publicanos e pecadores e banqueteia-se com eles". Tais recriminações não pouparam também os apóstolos: "como é que vosso Mestre se senta a mesa com os pecadores?” Tais críticas mereceram as famosas palavras de Jesus Cristo: "Não são os sãos, mas sim os doentes, que necessitam do médico. Não vim a chamar os justos, senão os pecadores."

    Após a cena descrita no chamado "Evangelho do Espírito Santo", na qual os apóstolos receberam o dom da sabedoria, saíram os mesmos pelas várias regiões para a difusão religiosa. Mateus pregou, em primeiro lugar, na própria Palestina, e em seguida, dirigiu-se à Arábia e Pérsia, deslocando-se finalmente para a Etiópia, onde encontrou a morte.

    Diz São Clemente que Mateus era um santo de penitência e mortificações. Alimentava-se de ervas, frutas e raízes. Sofreu maus tratos e foi hostilizado na Arábia e na Pérsia. Teve os olhos arrancados e foi colocado na prisão na cidade de Mirmene, onde aguardaria sua execução, a ser feita em data solene consagrada a deuses pagãos. Na prisão, onde estava acorrentado, recebe o milagre divino da restituição dos seus olhos e da sua libertação. Alcança a Etiópia, onde prega a doutrina cristã pela última vez. É repelido e encontra forte oposição dos guias religiosos pagãos etíopes.
    Ocorre, entretanto, uma consternação real. Falecido o jovem príncipe Eufranon, São Mateus é chamado e realiza um milagre que causa admiração: ressuscita o morto. Esse fato repercutiu em todo reino. Incensado, bajulado e endeusado, São Mateus trata de colocar as coisas em seus devidos termos e diz: “Eu não sou Deus, como julgais que seja, mas servo de Jesus Cristo, Filho de Deus vivo; foi em seu nome que ressuscitei o filho de vosso rei; foi ele que me enviou a vós, para vos pregar sua doutrina e vos trazer sua graça e salvação.” Palavras que calaram fundo na alma dos etíopes. Foi elevado o número das conversões. A Etiópia, na época, era um dos principais bastiões do cristianismo.

    A conversão da família real era fato consumado. A princesa Efigênia, filha mais velha, faz voto de castidade perpétua. Com o falecimento do rei Egipo, sobe ao poder o seu sobrinho Hirtaco. Desejando fortalecer politicamente o reino, Hirtaco resolve despojar Efigênia. Mas havia o impedimento: o voto proferido pela princesa. Hirtaco exige a interferência e a autorização de São Mateus para realizar os seus desígnios. Mateus se recusa, informando ao rei não ter competência para envolver-se no caso, e consagra Efigênia a Deus. Contestado em seu plano, e irado, Hirtaco dá ordens para a execução de Mateus que celebra a santa missa, quando dele se aproximam os soldados e executam a ordem real.

    No ano de 930, seus restos mortais foram transportados para Salermo (Itália), cidade da qual é padroeiro. Transcorria o ano 69 d.C, quando Mateus foi assassinado. Efigênia cumpriu seu voto. Fugiu acompanhada de várias moças convertidas à fé cristã, internando-se em um monastério. Sua vida foi consagrada a Deus. Foi canonizada como Santa Efigênia.

  • Cursos:


    Em Construção.